Segunda, 04 Maio 2026 17:51

 

 

 

Reunião tratou de apoio a estudantes refugiados, cooperação acadêmica e cultural, além da defesa da liberdade.
Fotos: Bruna Yunes / Imprensa ANDES-SN
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O ANDES-SN esteve presente, na manhã desta quarta-feira (29), na Embaixada da Palestina, em Brasília (DF), para reafirmar seu compromisso de solidariedade ao povo palestino e se apresentar formalmente ao novo embaixador da Palestina no Brasil, Marwan Jebril.

O Sindicato Nacional foi representado pela encarregada de Relações Internacionais e 1ª vice-presidenta, Caroline Lima; pela 1ª secretária, Jacqueline Lima; e pelas 1ª e 2ª vice-presidentas da Regional Planalto, Lívia Gomes dos Santos e Muna Muhammad Odeh, respectivamente.

Durante a reunião, foram debatidas iniciativas de apoio a estudantes palestinas e palestinos no Brasil, especialmente aqueles e aquelas em situação de refúgio. Relatos apresentados indicam dificuldades de integração, como barreiras linguísticas, adaptação cultural e acesso a condições adequadas de moradia e permanência estudantil. Também foi destacada a experiência de um projeto que trouxe estudantes da Palestina ao país, cuja execução evidenciou a necessidade de políticas institucionais mais estruturadas para garantir suporte contínuo.


Outro ponto discutido foi a possibilidade de realização, no Brasil, de uma exposição fotográfica na capital federal e, também, em outros estados, com o objetivo de dar visibilidade à situação do povo palestino. O embaixador solicitou o apoio do ANDES-SN para viabilizar a iniciativa.

A reunião também abordou a importância de fortalecer a cooperação acadêmica internacional, incluindo parcerias com universidades palestinas, como a Universidade de Birzeit, uma das principais instituições de ensino superior da Palestina, além de iniciativas voltadas à reconstrução do sistema educacional em Gaza, severamente impactado pelos conflitos.

No campo político e jurídico, foi manifestada preocupação com a crescente judicialização de manifestações públicas em defesa do povo palestino no Brasil. Um dos casos citados foi a condenação, em primeira instância, de José Maria de Almeida, presidente do PSTU, a dois anos de reclusão em regime aberto por declarações feitas em ato realizado em 2023, em São Paulo, contra os ataques de Israel à Faixa de Gaza. Ainda cabe recurso da decisão.

Solidariedade e mobilização

O ANDES-SN reafirmou seu compromisso histórico com a luta pela autodeterminação do povo palestino. Além de buscar mecanismos concretos de apoio a estudantes e demais pessoas refugiadas, o Sindicato Nacional incentiva as seções sindicais a implementarem ações relacionadas à campanha de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), por meio de atividades como debates, palestras e mobilizações. A entidade também defende que as Instituições de Ensino Superior (IES) públicas, institutos federais e Cefets sejam espaços comprometidos com os direitos humanos, livres de qualquer forma de apartheid.


“Tivemos a oportunidade de conhecer o novo embaixador, Marwan Jebril, e dialogar sobre a necessidade de cobrar do Estado brasileiro políticas efetivas de acesso e permanência para estudantes refugiados em nossas universidades. Na ocasião, o ANDES-SN reafirmou seu compromisso em contribuir e apoiar o povo palestino. Além das ações no âmbito do Sindicato Nacional, como a garantia de passagens e o apoio à vinda de estudantes refugiados palestinos ao país — algo que está em curso desde 2025 —, ampliamos o diálogo com a Embaixada da Palestina para fortalecer iniciativas que apresentem ao povo brasileiro a história, a resistência, a memória e a cultura palestina. Reafirmamos, ainda, a luta do nosso sindicato na defesa da autodeterminação do povo palestino”, destacou a encarregada de Relações Internacionais e 1ª vice-presidenta do ANDES-SN, Caroline Lima.

Fonte: Andes-SN

Segunda, 04 Maio 2026 17:03

 

Representantes do sindicato integraram atividades internacionais, levaram doações e participaram de atos com trabalhadores de diversos países


Conforme deliberação de assembleia, entre os dias 23/04 e 02/05, o diretor-geral da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso (Adufmat-Ssind), professor Breno Santos, e a professora Lélica Lacerda, militante de base da seção sindical, participaram de uma jornada internacional de solidariedade ao povo cubano e de defesa da Revolução Cubana.

A atividade ocorreu a partir de deliberação do 44º Congresso do ANDES-SN, que indicou a participação do sindicato nacional e de suas seções sindicais nas mobilizações do 1º de Maio, Dia Internacional de Luta da Classe Trabalhadora. Durante a agenda em Cuba, os representantes da Adufmat-Ssind manifestaram solidariedade diante do cenário de intensificação do bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos à ilha.

Formação sindical internacional

A programação incluiu a participação em uma formação sindical promovida pela Central de Trabalhadores de Cuba (CTC), no Centro de Formação “Lázaro Peña”, em Havana. A atividade reuniu mais de 100 participantes de diversos países da América Latina, fortalecendo o intercâmbio entre organizações sindicais.

 



Entrega de doações

Como parte da ação solidária, a delegação da Adufmat-Ssind levou quatro malas com doações, incluindo medicamentos e alimentos. Os itens foram destinados a clínicas, hospitais, escolas, asilos e instituições de acolhimento em Havana e região, sob coordenação da CTC. Segundo os participantes, muitos desses produtos enfrentam dificuldades para chegar ao país em razão das restrições econômicas.

 



Participação no 1º de Maio

No dia 1º de Maio, os docentes participaram das mobilizações do Dia Internacional de Luta da Classe Trabalhadora em Havana. A marcha reuniu centenas de milhares de pessoas na capital cubana e milhões em todo o país, com concentração na tradicional Tribuna Anti-imperialista.

 



Conferência internacional encerra programação

Encerrando a agenda, no dia 02/05, foi realizada a Conferência de Solidariedade Internacional, também organizada pela Central de Trabalhadores de Cuba. O encontro reuniu mais de mil lideranças sindicais e representantes de movimentos sociais e de juventude de diferentes países.

Durante a conferência, representantes sindicais cubanos manifestaram interesse em ampliar o diálogo e a cooperação com entidades brasileiras, incluindo o ANDES-SN e suas seções sindicais.

As atividades foram concluídas com um simpósio internacional promovido pela Federação Sindical Mundial (FSM), que debateu temas relacionados à soberania dos povos e à unidade da classe trabalhadora no cenário global.

Avaliação da participação

Por meio de aplicativo de mensagens, a delegação da Adufmat-Ssind afirmou que volta dessa grandiosa experiência com uma convicção ainda maior de que só haverá soberania popular no Brasil se toda a América Latina for igualmente soberana, e que a Revolução Cubana segue sendo um farol fundamental para os povos de luta do mundo. Para os docentes, defender a Revolução Cubana e suas conquistas é defender a humanidade e a classe trabalhadora!

 

  

Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind

Segunda, 04 Maio 2026 16:52

 

 

A publicação também registrou alta no número de prisões, casos de humilhação e cárcere privado


Dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT) registraram que, em 2025, houve aumento de 100% no número de assassinatos, em comparação com o ano retrasado – de 13 para 26 ocorrências. Esses e outros panoramas são apresentados pelo relatório Conflitos no Campo Brasil 2025, lançado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) nessa segunda-feira (27), em Brasília (DF). 

A publicação registrou dois massacres no ano passado – que, na compreensão da CPT, ocorrem quando há mais de três mortes em uma mesma ocasião, localidade e espaço de tempo, em ataques concentrados de forças públicas ou privadas. Um caso aconteceu no estado do Pará; o outro, em Rondônia.   

O relatório revela ainda que os fazendeiros foram os principais agentes envolvidos nos casos de assassinatos em 2025. Dos 26 registros, 20 – ou cerca de 77% – são atribuídos, direta ou indiretamente, a esse grupo, na condição de mandantes ou executores. 

O levantamento também aponta que 1.991 pessoas foram resgatadas do trabalho escravo rural em 2025, em 159 casos registrados, um aumento de 5% quando comparado ao ano anterior. A Campanha Permanente da CPT “De Olho Aberto para não Virar Escravo” registrou, ainda, 1.007 pessoas resgatadas em 122 casos de trabalho escravo urbano, em forte crescimento (+60%). 

Um dos casos mais emblemáticos do ano passado ocorreu na obra de construção de uma usina de etanol no Mato Grosso, no município de Porto Alegre do Norte, onde 586 pessoas foram resgatadas. Aliciados nas regiões Norte e Nordeste do país, os trabalhadores dormiam em quartos precários e superlotados, sofriam com a ausência frequente de água e energia e má alimentação. A ação foi deflagrada após um incêndio no local, que atingiu o principal alojamento dos trabalhadores. Além desse caso, houve, também no Mato Grosso, o resgate de 20 pessoas em uma fazenda de corte e empilhamento de madeira, totalizando 606 resgates no estado.

Entre as atividades econômicas com mais trabalhadores resgatados estão construção de usina (586), lavouras (479), cana-de-açúcar (253), mineração (170) e pecuária (154). Trata-se de setores que historicamente concentram os maiores registros de trabalho escravo, com destaque recorrente para as lavouras e a pecuária.

Queda em conflitos

A 40ª edição do relatório também dá conta de uma queda no registro das ocorrências de conflitos no campo (de 2.207, em 2024; para 1.593, no ano passado) e uma diminuição no número de vítimas, também nesse mesmo período (isto é, de 1.181 para 581 indivíduos).

A respeito das ocorrências de violências, também houve diminuição: em 2024, foram notificados 1.548 casos e, no ano passado, 978, o que representa um recuo de, aproximadamente, 37%. Contudo, o relatório denuncia o aumento nos registros de prisões (de 71 para 111), casos de humilhação (de 5 para 142) e cárcere privado (de 1 para 105) nesse mesmo período. 

“A alta dos casos de humilhação e cárcere, por exemplo, se dão pela ação arbitrária da polícia militar do estado de Rondônia, que em novembro de 2025, no contexto da operação Godos, interrompeu uma reunião pública com cerca de 100 famílias sem-terra, despejadas de seus acampamentos, e servidores do MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar)”, explica Gustavo Arruda, documentalista do Centro de Documentação Dom Tomás Balduino (Cedoc/CPT).

Ele ainda acrescenta que “o aumento dos casos de prisões também se dá por conta de ações pontuais da força do Estado sob comunidades: neste caso, é reflexo da polícia do estado da Bahia, que prendeu cerca de 24 povos originários da TI (Terra Indígena) Barra Velha; e da polícia militar de Rondônia, que, também no ano passado, realizou diversas operações de perseguição a integrantes da Liga dos Camponeses Pobres (LCP)”.

 

Fonte: CPT (com edição do ANDES-SN)

Segunda, 04 Maio 2026 14:51

 

O ANDES-SN participou, na última terça-feira, 28 de abril, da 1ª Reunião Ordinária da Mesa Setorial de Negociação Permanente no âmbito do Ministério da Educação (MSNP/MEC). A entidade foi representada por Fernanda Maria Vieira, secretária-geral, e Lívia Gomes dos Santos, 1ª vice-presidenta da Regional Planalto do Sindicato Nacional.

Fotos: Eline Luz / Imprensa ANDES-SN


O encontro teve como pauta única o debate sobre a Democratização das Instituições Federais de Ensino Superior, considerando o capítulo XXV da Lei nº 15.367/2026, que estabelece critérios para a nomeação de dirigentes de instituições de ensino superior. Sancionada em 30 de março deste ano, a legislação acaba com a lista tríplice nos processos de eleição de reitoras e reitores das universidades federais.

Conforme Lívia Santos, essa mudança na legislação é uma importante conquista para a democratização das Ifes, pois extingue um mecanismo da época da ditadura, que abria espaço para processos de intervenção nas universidades, fenômenos vivenciados recentemente, durante o governo de Jair Bolsonaro.  No entanto, lembrou a docente, ainda é necessário que seja regulamentado o processo de escolha de dirigentes.

“Debateu-se a importância de avançarmos na construção democrática e reafirmarmos o papel do corpo social das IES [Instituições de Ensino Superior] na construção do projeto de universidade socialmente referenciada e democrática. Para isso, foi instituído um GT com as entidades da educação para que sejam definidos os critérios e procedimentos. O governo pediu um prazo de 10 dias para apresentar a proposta do GT e a composição, bem como a minuta que será o ponto de partida da discussão dessa regulamentação”, contou a diretora do ANDE-SN.


Ainda segundo a 1ª vice-presidenta da Regional Planalto, o Sindicato Nacional indicou a necessidade de se convidar o movimento estudantil para participar dos debates do GT e construção das regulamentações. “O ANDES-SN defende que o reitor e o vice-reitor sejam escolhidos por meio de eleições diretas e voto secreto, com a participação, universal ou paritária, de todos os docentes, estudantes e técnico-administrativos; defende ainda que o processo se dê sem interferência externa, como uma das formas de garantir a autonomia didático científica, administrativa, de gestão financeira e patrimonial das instituições”, afirmou.

Apesar da reunião ter sido convocada com ponto de pauta único, as entidades presentes na reunião cobraram do governo outros temas, destacando principalmente alguns dos pontos dos acordos firmados como resultado da greve da Educação Federal em 2024 e que ainda não foram cumpridos, principalmente a questão do ponto de docentes do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT).

Controle de ponto do Magistério EBTT

Com a assinatura do Acordo de Greve nº 10/2024, o governo federal garantiu efetuar a revisão do Decreto 1590/95, para revogar o controle de ponto de docentes da carreira EBTT, garantindo isonomia de tratamento entre docentes federais. “Trata-se de uma luta antiga que reconhece na manutenção do controle uma aberração jurídica na medida em que mantem-se critérios distintos do magistério federal”, afirma Lívia.

 

 

No entanto, a minuta produzida após conclusão dos trabalhados do grupo de trabalho formulado para isso está parada na Casa Civil, aguardando assinatura. Durante a reunião, foi informado que o Ministério de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) produziu uma exposição de motivos, retirando a competência para alteração do Decreto 1590/95 para o Ministro da Educação, o que, conforme informado, possibilita acelerar a mudança.

“A pauta agora está, mais uma vez, com o novo ministro da Casa Civil e se torna imperioso que as categorias do setor da Educação se reúnam e venham a pressionar mais uma vez a Casa Civil para que encaminhe e reconheça com rapidez a competência do MEC para esse tema de pauta, para que possamos reverter uma das políticas mais marcadamente desiguais dentro da carreira do magistério Federal”, destacou a diretora do ANDES-SN.

Clique aqui e assista ao vídeo

 

Fonte: Andes-SN

Quinta, 30 Abril 2026 18:10

 

 

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para que os docentes manifestem suas posições pessoais, por meio de artigos de opinião.
Os textos publicados nessa seção, portanto, não são análises da Adufmat-Ssind.
 
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Juacy da Silva*

 

“A era dos combustíveis fósseis está chegando ao fim. O Sol está nascendo para uma nova era de energias limpas; o fim da era dos combustíveis fósseis está chegando; é imparável; os países que se agarram aos combustíveis fósseis não estão a proteger suas economias, estão a sabotá-las, aumentando os custos, enfraquecendo a energia renovável, que já é mais rentável”. A era do aquecimento global acabou, a era da ebulição global chegou. Basta de queimar nosso futuro”. António Guterres, Secretário-Geral da ONU, em diversos momentos 2024-2025.

A transição energética mundial é um desafio urgente, que não pode ser postergado, tendo em vista o agravamento da crise climática decorrente do aumento da produção e uso de combustíveis fósseis, responsáveis pela emissão de mais de 80% das emissões de gases de efeito estufa, a principal causa da crise climática.

Sem abandonar o uso dos combustíveis fósseis, todas as demais providências ou ações para reduzir o aquecimento global, que provoca a crise climática e suas consequências, tornam-se praticamente de efeitos reduzidos, pois estaríamos agindo apenas sobre os 20% das demais origens/causas, deixando de lado o que, de fato, está destruindo o planeta.

Embora o tema dos combustíveis fósseis fosse abordado timidamente em COPs anteriores, a primeira vez que uma proposta clara e robusta para o fim do uso de todos os combustíveis fósseis ("phase-out") foi colocada em pauta e rejeitada no documento final, gerando grande controvérsia, foi na COP27, em Sharm el-Sheikh, Egito (2022).

Na COP30, em novembro de 2025, em Belém, novamente este assunto foi rejeitado, principalmente pelos países que mais poluem o planeta, que mais emitem gases de efeito estufa decorrentes do uso de combustíveis fósseis, inclusive o Brasil.

A posição do Brasil tem sido extremamente contraditória: de um lado tem um discurso oficial de sustentabilidade e, de outro, tenta “cacifar” a Petrobras, cujo objetivo estratégico é tornar-se a 4ª maior empresa produtora de petróleo e gás natural do planeta.

Para tentar minimizar esta postura contraditória, buscando um equilíbrio entre um discurso de sustentabilidade em relação à Amazônia e a sua matriz energética escudada em fontes de energia sustentável, de outro lado continua explorando e produzindo petróleo a partir do pré-sal e também na exploração na área setentrional da foz do Amazonas.

A chamada “derrota” em Belém, na COP30, deu-se quando, ao final daquela Conferência, o documento final que foi aprovado em 22 de novembro de 2025 omitiu qualquer menção explícita à "eliminação gradual" (phase-out) ou ao "fim dos combustíveis fósseis" (petróleo, carvão e gás natural).

Esta resistência é uma demonstração clara e cabal de que os países que mais poluem e destroem o planeta, principalmente os integrantes do G20, com destaque para os cinco maiores — China, Estados Unidos, Índia, Rússia e União Europeia — e, com exceção da União Europeia, são os que mais resistem e boicotam uma transição energética justa e longe do uso de combustíveis fósseis.

Os relatórios mais recentes de monitoramento de emissões indicam que China, Estados Unidos, Índia, Rússia e União Europeia (UE), juntos, continuam a ser os maiores emissores mundiais, representando coletivamente mais de 60% das emissões globais de gases de efeito estufa (GEE).

Com base em dados preliminares de 2025, os países do G20 continuam a ser os maiores emissores globais de gases de efeito estufa, sendo, portanto, os grandes responsáveis por cerca de 75% a 80% das emissões globais de gases de efeito estufa.

De acordo com dados estatísticos recentes (2025), entre os anos de 2000 até 2025, as emissões de gases de efeito estufa na atmosfera aumentaram em mais de 50%, passando de 25,5 bilhões de toneladas de CO₂ equivalente para 38,6 bilhões de toneladas.

Em 1972, por ocasião da 1ª Conferência Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, o volume mundial de emissões de gases de efeito estufa foi de 16,2 bilhões de toneladas de CO₂ equivalente; em 1992, quando da ECO-92, no Rio de Janeiro, passou para 22,7 bilhões de toneladas; em 2015, quando foi aprovado o Acordo de Paris, foi de 35,2 bilhões de toneladas.

A proeminência da presença dos combustíveis fósseis ao longo dos últimos 75 anos pode ser constatada pela participação percentual dos mesmos nas matrizes energética e elétrica mundial. Em 1970, essas fontes representavam em torno de 85% a 90% da matriz energética mundial e, em 2025, continuavam representando 81% da mesma, ou seja, em 75 anos a redução foi de apenas poucos pontos percentuais. Se esta mesma tendência se mantiver, vamos precisar de mais de um século para esta transição e, neste contexto, a temperatura média da Terra deverá exceder 3º ou 4º graus centígrados, inviabilizando todas as formas de vida no planeta, inclusive a vida humana.

O uso das fontes renováveis, como energia solar, eólica, biocombustíveis, hidrelétrica, marés, nuclear e outras, representava apenas 19% da matriz energética mundial em 2025, indicando que, longe de romper com a dependência dos combustíveis fósseis, as energias renováveis ainda não conseguiram representar uma alternativa concreta.

Em torno e em defesa do uso dos combustíveis fósseis existem grandes e poderosos interesses econômicos e grandes “lobbies” que interferem nas estruturas do poder e nas políticas públicas nos diversos países, como é o caso dos subsídios aos combustíveis fósseis.

Com base nos dados mais recentes disponíveis para o início de 2026, os subsídios aos combustíveis fósseis no mundo continuam a atingir níveis recordes globais, superando significativamente os investimentos em energias limpas.

As estimativas indicam que os subsídios globais (incluindo custos ambientais não cobrados) ultrapassaram US$ 7 trilhões em 2024 e mantêm-se nessa escala ou podem superar significativamente este montante em 2026, podendo atingir US$ 7,6 trilhões.

O Brasil também não foge à regra e continua subsidiando o uso de combustíveis fósseis. Em 2023 foram concedidos nada menos do que R$ 80 bilhões como subsídios a este setor, caindo para R$ 47 bilhões em 2024, tendo passado para R$ 49,2 bilhões em 2025.

Em consequência das guerras na Ucrânia e das ações dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, promovendo instabilidade no Oriente Médio, para evitar repercussões econômicas, fiscais e inflacionárias, o governo federal e os estados estão reduzindo impostos sobre combustíveis fósseis, na verdade subsídios diretos e indiretos; o custo dos mesmos em 2026 poderá superar o montante dos subsídios concedidos a este setor em 2015, podendo chegar a mais de R$ 60 bilhões.

Apesar dos sucessivos fracassos de diversos países e organizações não governamentais em “pautarem” uma data limite a partir da qual o mundo abandonaria o uso de combustíveis fósseis, isso não impede que este objetivo seja mantido, principalmente para efeito de mobilização da opinião pública mundial.

Ao longo de vários anos, tendo sido intensificado ultimamente, diversos movimentos ambientalistas, alguns governos e até mesmo organizações internacionais, com apoio da ONU e suas agências, têm realizado fóruns de debates, seminários e outros eventos para despertar a opinião pública mundial em relação à importância e à necessidade de continuar esta luta pelo fim dos combustíveis fósseis, como a maneira mais eficiente, efetiva e eficaz de promovermos uma transição energética justa, segura e necessária.

A transição energética, com a substituição total dos combustíveis fósseis por uma nova matriz energética e também uma nova matriz elétrica mundial, em todos os países, é o único caminho que podemos construir se realmente desejamos cumprir o Acordo de Paris, evitando que a temperatura média do planeta exceda 1,5º ou, no máximo, 2º graus centígrados, acima dos quais os impactos econômicos, sociais, políticos, ecológicos e humanos serão catastróficos.

Há poucos dias (24–29 de abril de 2026) foi realizado um grande evento em Santa Marta, na Colômbia, a “1ª Conferência da Transição pelo Fim dos Combustíveis Fósseis”, com apoio dos governos da Colômbia e da Holanda, outros países e diversas organizações não governamentais que lutam por uma transição energética justa, colocando um ponto final no uso dos combustíveis fósseis.

Apesar do fracasso da COP30 em relação ao fim do uso de combustíveis fósseis, esta histórica conferência, que pela primeira vez consegue reunir os principais atores que propugnam por uma transição energética sem combustíveis fósseis, reconhece a necessidade de implementar uma transição energética nesta dimensão e direção e, ao mesmo tempo, estimular mudanças significativas e mais urgentes.

A transição energética, com abandono total do uso dos combustíveis fósseis, de uma maneira justa, ordenada e planejada, é o único caminho para que todos os países possam entrar em um novo patamar de desenvolvimento, garantindo sustentabilidade, sistemas produtivos baseados em “carbono zero”, respeito ao meio ambiente e, também, garantindo soberania energética, desenvolvimento integral e integrado, justiça climática e justiça intergeracional.

Não existe sustentabilidade ecológica, nem redução das consequências da crise climática enquanto o mundo estiver dependente dos combustíveis fósseis, cuja produção e uso atendem apenas aos interesses de uma minoria e alimentam a chamada “Economia da Morte”, mencionada pelo Papa Francisco ao longo de seu magistério.

Concluindo, gostaria de mencionar que o Papa Leão XIV, seguindo as exortações do Papa Francisco, tem exortado os cristãos em geral, os católicos em particular e fiéis de outras religiões quanto à necessidade de refletirmos mais criticamente em relação aos males causados pelos combustíveis fósseis.

Vejamos o que nos tem exortado Leão XIV: “Os combustíveis fósseis pertencem ao passado; o futuro deve ser alimentado por energia limpa e renovável. A criação está clamando em inundações, secas, tempestades e calor insuportável; somos guardiões da criação, não rivais pelos seus despojos. Já é evidente que a nossa Terra está a cair na ruína, enquanto alguns governos atendem demasiadamente às temerárias e enganosas empresas de combustíveis fósseis”.

Se o mundo continuar extremamente dependente dos combustíveis fósseis como principal fonte de energia, como tem acontecido ao longo dos últimos cem anos, subjugado pelos grandes interesses econômicos nacionais e internacionais, ditando as regras da “economia da morte”, ignorando os “gemidos” da Terra, dos pobres e das futuras gerações, o planeta Terra, “Nossa Casa Comum”, corre um sério risco de não haver um amanhã de sustentabilidade, de paz e justiça.

Este é o sentido, o significado e a esperança da luta pelo fim imediato dos combustíveis fósseis. Cabe a nós este enfrentamento, aqui, agora, a partir de cada território e cada iniciativa!

 

*Juacy da Silva, professor fundador, titular, aposentado da Universidade Federal de Mato Grosso, sociólogo, mestre em Sociologia, ambientalista, ativista social e articulador da Pastoral da Ecologia Integral – Região Centro Oeste.
E-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.; Instagram @profjuacy

Quinta, 30 Abril 2026 18:06

 

A Diretoria do ANDES-SN repudia com veemência a absurda condenação de José Maria de Almeida, presidente do PSTU, por ter se posicionado com firmeza contra o assassinato em massa do povo Palestino, que vem sendo perpetrado pelo estado sionista, assassino e genocida de Israel.

Trata-se de uma decisão marcadamente arbitrária e antidemocrática, que desvela o comprometimento do nosso sistema de justiça com o Estado Genocida de Israel.  Tal condenação é mais uma medida que busca criminalizar aquelas e aqueles que têm a coragem de denunciar os horrores que estão sendo cometidos na Faixa de Gaza.

A defesa do povo palestino e do estado palestino e as críticas ao sionismo do estado de Israel não podem ser compreendidas como discurso de ódio, ao contrário, são resistências ao ódio expresso na política de morte implementada atualmente na Faixa de Gaza, pelo estado sionista de Israel, sobre o beneplácito das grandes potências do mundo, que silenciam diante da barbárie desse genocídio.

A Diretoria do ANDES - Sindicato Nacional manifesta sua mais irrestrita solidariedade ao companheiro José Maria de Almeida e a toda a militância do PSTU, ao tempo em que repudia essa condenação ilegal e exige a sua imediata reversão, para que se reestabeleça a verdadeira justiça. 

Palestina Livre!
Parem com o Genocídio!
BDS Brasil!
Justiça para ZéMaria!

 



Brasília, 29 de abril de 2026. 

Diretoria do ANDES - Sindicato Nacional 

Quinta, 30 Abril 2026 11:57

 

A Diretoria da Adufmat-Ssind, no uso de suas atribuições regimentais, convoca todos os sindicalizados para Assembleia Geral Ordinária PRESENCIAL a ser realizada na sede da Adufmat-Ssind, em Cuiabá, e nas subsedes de Sinop e Araguaia:

 

Data: 06 de maio de 2026 (quarta-feira)

Horário: 13h30 (Cuiabá) com a presença mínima de 10% dos sindicalizados e às 14h, em segunda chamada, com os presentes.

 

Pauta:

1. Informes;
2. Informes qualificados das atividades em Cuba;
3. Análise de Conjuntura;
4. Eleição da delegação para o 69º Conad.
5. 2º Seminário de Questões Organizativas do ANDES;
6. Análise da proposta de paralisação de um dia, a cada dois meses, até que o Acordo de Greve (10/2024) seja totalmente cumprido.

 

A Assembleia será presencial e ocorrerá simultaneamente no auditório da sede da Adufmat-Ssind, em Cuiabá, e nas subsedes dos campi de Sinop e Araguaia.

 

 

Cuiabá, 30 de abril de 2026

Gestão Adufmat é pra lutar!

Quarta, 29 Abril 2026 15:12

 

A Adufmat-Ssind informa que, por conta de problemas no fornecimetno de água, o expediente na sede do sindicato foi suspenso na tarde desta quarta-feira, 29/04.
 
Esperamos retomar as atividades normalmente a partir da quinta-feira, 30.
Terça, 28 Abril 2026 17:26

 

 

Entre os dias 18 e 21/05, a subsessão da Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat-Ssind) em Sinop sediará a segunda edição do Territórios Amazônicos – MT: Educação, Direitos e Resistência. O evento é um importante espaço de reflexão crítica, articulação política e produção coletiva de conhecimento sobre a realidade da região Norte do estado de Mato Grosso.


Num contexto marcado pelo aprofundamento das desigualdades sociais, territoriais e socioambientais, a organização propõe o debate sobre os desafios de acesso e permanência na educação pública, discutindo o papel das instituições de ensino na construção de respostas às demandas históricas da região em meio a temas como reforma agrária, degradação ambiental e justiça social.

 

A programação conta com a participação de representantes da comunidade acadêmica, povos indígenas, comunidades tradicionais, agricultores familiares e movimentos sociais. A proposta é fortalecer a educação pública, gratuita e socialmente referenciada como instrumento estratégico de transformação social.


Mais do que um encontro acadêmico, o Territórios Amazônicos II se apresenta como um espaço de mobilização e construção coletiva, comprometido com a defesa dos territórios, a ampliação de direitos e a promoção do bem viver.


As inscrições serão abertas na próxima segunda-feira, 04/05.


Mais informações por meio do telefone (65) 99686-8668.

 

Terça, 28 Abril 2026 14:24

 

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Os textos publicados nessa seção, portanto, não são análises da Adufmat-Ssind.

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Juacy da Silva* 

 

“Nunca esqueçamos de que o ambiente é um bem coletivo, patrimônio de toda a humanidade e responsabilidade de todos”. Papa Francisco, via Twitter (05/06/2017)

“Unamo-nos aos nossos irmãos e irmãs cristãos no compromisso de cuidar da Criação como dom sagrado do Criador. É necessário estar ao lado das vítimas da injustiça ambiental e climática, esforçando-nos para pôr fim à insensata guerra contra a nossa Casa Comum, que é uma terrível guerra mundial. Exorto a todos a trabalharem para que ela (a Terra) abunde novamente”. Papa Francisco, pronunciamento na Sala Paulo VI, celebração da abertura da solenidade do Tempo da Criação, 2023.

Estamos nos aproximando do mês de maio, um tempo voltado para diversos eventos ecológicos e socioambientais; a partir do dia 16 até o dia 24 será a SEMANA LAUDATO SI, com ênfase no dia 24, quando será a celebração dos ONZE ANOS da publicação da Encíclica Laudato Si pelo Papa Francisco.

A Encíclica LAUDATO SI, publicada em 24 de maio de 2015, antecedendo tanto ao Acordo de Paris (COP21) quanto à aprovação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável pela ONU, é um marco importante e significativo na caminhada ecológica tanto para a Igreja Católica quanto para as demais Igrejas Cristãs e, também, as demais religiões, demonstrando a importância da responsabilidade das Igrejas e religiões em um melhor cuidado com o planeta, tão agredido e em processo de degradação voraz que coloca em risco todos os tipos de vida, inclusive a vida humana.

A Laudato Si é, sem dúvida, um marco fundamental que une fé e ecologia, fé e a opção preferencial pelos pobres pela Igreja, fé e política, fé e sinodalidade, fé e Igreja em saída, fé e Igreja profética, clamando pelo cuidado urgente da "casa comum" e a proteção dos vulneráveis, pobres, oprimidos e injustiçados.

Ela introduz o conceito de "ecologia integral", conectando crise ambiental e social, criticando o consumismo, o desperdício, a busca do lucro a qualquer preço, a economia da morte e a urgente necessidade de substituição desses modelos predatórios, imediatistas e irracionais por uma ECONOMIA DA VIDA (a Economia de Francisco e Clara), demonstrando a falácia do paradigma tecnológico/tecnocrático, a importância e a necessidade de um Pacto Global pela Educação, bem como uma nova dimensão para a Educação Ambiental, enfim, propondo uma mudança de estilo de vida, de conversão ecológica para salvarmos o planeta.

Em sua mensagem aos participantes da COP30, realizada em Belém, em novembro de 2025, o Papa Leão XIV exortou e defendeu enfaticamente uma conversão ecológica, como uma mudança profunda no coração, passando dos discursos para ações concretas, respeito à natureza e às pessoas, enfim, novos estilos de vida, enfatizando que “cuidar da criação é inseparável da fé cristã; é preciso uma espiritualidade ecológica que combata o CONSUMISMO e a lógica extrativista”.

Pergunto: o que podemos e devemos realizar para marcar a importância desta Encíclica em seu 11º aniversário de publicação? Em que e como ela já tem contribuído em termos de realizações, inclusive no despertar da consciência socioambiental, principalmente dentro da Igreja Católica, entre fiéis e corpo eclesiástico, de quem o Papa Francisco foi seu líder e Pastor por mais de uma década? E o Papa Leão XIV tem demonstrado continuidade tanto de pensamento, exortações e a necessidade de passarmos das palavras às ações sociotransformadoras.

Qual a relação da Laudato Si e, indiretamente, outras Exortações Apostólicas e pronunciamentos do Papa Francisco, como “Querida Amazônia”, “Laudate Deum” e os seus três “Ts”: Terra, Teto e Trabalho, tanto no pensamento socioambiental da Igreja quanto também em um novo rumo a partir da ênfase de seu magistério, incluindo a LAUDATO SI no pensamento social da Igreja (DSI), enfatizando a profunda ligação entre as obras da Criação, a degradação dos biomas, as futuras gerações e o próprio destino da humanidade, enfim, a destruição do planeta e os pobres?

Essas celebrações são importantes, principalmente à luz das reflexões e decisões da recente 62ª Assembleia Geral da CNBB, quando os bispos, arcebispos e cardeais, que são os pastores de nossa Igreja no Brasil, aprovaram as novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil para o período de 2026 a 2032, bem como o conteúdo da Carta ao Povo Brasileiro, tornada pública pela CNBB, que nos questiona a aprofundar nossa caminhada em defesa da Ecologia Integral em um contexto de grandes desafios socioambientais, econômicos e políticos, inclusive as eleições gerais em outubro deste ano.

De acordo com a REPAM (Rede Eclesial Pan-Amazônica) e mencionado em sua página, “a Assembleia reafirma a importância de uma Igreja comprometida com a ECOLOGIA INTEGRAL, a defesa dos territórios e dos povos, especialmente na Amazônia, onde os desafios socioambientais exigem presença profética, articulação em rede e ações concretas”.

Fica a indagação e a sugestão para pensarmos algo à altura da importância desta Encíclica que marca profundamente o pensamento e as ações da Igreja, em seu compromisso em defesa do planeta, nossa Casa Comum.

Portanto, não podemos, como Igreja, nos dar “ao luxo” de continuarmos nos omitindo diante da realidade e da gravidade desses desafios que estão diante de nós. Com certeza podemos, ao promover tais celebrações por esses onze anos da publicação da Laudato Si, contribuir para um despertar na Igreja, tanto entre fiéis quanto também na hierarquia eclesiástica, que, apesar desta Encíclica já estar completando ONZE ANOS, ainda continua pouco conhecida, ignorada, sofrendo um certo arredio ao chamado do nosso saudoso Papa Francisco e também aos apelos e exortações neste mesmo sentido pelo Papa Leão XIV.

Para bem entender a importância da Laudato Si, podemos mencionar uma pergunta feita pelo Apóstolo Paulo na Carta aos Romanos 10:14, quando ele diz: “Como haverão de crer se não há quem lhes anuncie?” e, logo a seguir, dá a resposta (Carta aos Romanos 10:15): “Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas”.

Com certeza a Laudato Si tem conseguido “anunciar coisas boas”, mas, para que isso possa acontecer, precisamos compartilhar amplamente o conteúdo e as propostas sociotransformadoras desta que, em minha opinião, é uma das mais importantes Encíclicas dos últimos tempos. Por tudo isso, precisamos celebrar esses onze anos de sua publicação.

Quem desejar conhecer e ler na íntegra a Encíclica Laudato Si, basta clicar no link e “baixar” gratuitamente.

 

*Juacy da Silva, professor fundador, titular, aposentado da Universidade Federal de Mato Grosso, sociólogo, mestre em Sociologia, ambientalista, ativista social e articulador da Pastoral da Ecologia Integral – Região Centro Oeste.
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