Quinta, 30 Abril 2026 18:10

 

 

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Espaço Aberto é um canal disponibilizado pelo sindicato
para que os docentes manifestem suas posições pessoais, por meio de artigos de opinião.
Os textos publicados nessa seção, portanto, não são análises da Adufmat-Ssind.
 
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Juacy da Silva*

 

“A era dos combustíveis fósseis está chegando ao fim. O Sol está nascendo para uma nova era de energias limpas; o fim da era dos combustíveis fósseis está chegando; é imparável; os países que se agarram aos combustíveis fósseis não estão a proteger suas economias, estão a sabotá-las, aumentando os custos, enfraquecendo a energia renovável, que já é mais rentável”. A era do aquecimento global acabou, a era da ebulição global chegou. Basta de queimar nosso futuro”. António Guterres, Secretário-Geral da ONU, em diversos momentos 2024-2025.

A transição energética mundial é um desafio urgente, que não pode ser postergado, tendo em vista o agravamento da crise climática decorrente do aumento da produção e uso de combustíveis fósseis, responsáveis pela emissão de mais de 80% das emissões de gases de efeito estufa, a principal causa da crise climática.

Sem abandonar o uso dos combustíveis fósseis, todas as demais providências ou ações para reduzir o aquecimento global, que provoca a crise climática e suas consequências, tornam-se praticamente de efeitos reduzidos, pois estaríamos agindo apenas sobre os 20% das demais origens/causas, deixando de lado o que, de fato, está destruindo o planeta.

Embora o tema dos combustíveis fósseis fosse abordado timidamente em COPs anteriores, a primeira vez que uma proposta clara e robusta para o fim do uso de todos os combustíveis fósseis ("phase-out") foi colocada em pauta e rejeitada no documento final, gerando grande controvérsia, foi na COP27, em Sharm el-Sheikh, Egito (2022).

Na COP30, em novembro de 2025, em Belém, novamente este assunto foi rejeitado, principalmente pelos países que mais poluem o planeta, que mais emitem gases de efeito estufa decorrentes do uso de combustíveis fósseis, inclusive o Brasil.

A posição do Brasil tem sido extremamente contraditória: de um lado tem um discurso oficial de sustentabilidade e, de outro, tenta “cacifar” a Petrobras, cujo objetivo estratégico é tornar-se a 4ª maior empresa produtora de petróleo e gás natural do planeta.

Para tentar minimizar esta postura contraditória, buscando um equilíbrio entre um discurso de sustentabilidade em relação à Amazônia e a sua matriz energética escudada em fontes de energia sustentável, de outro lado continua explorando e produzindo petróleo a partir do pré-sal e também na exploração na área setentrional da foz do Amazonas.

A chamada “derrota” em Belém, na COP30, deu-se quando, ao final daquela Conferência, o documento final que foi aprovado em 22 de novembro de 2025 omitiu qualquer menção explícita à "eliminação gradual" (phase-out) ou ao "fim dos combustíveis fósseis" (petróleo, carvão e gás natural).

Esta resistência é uma demonstração clara e cabal de que os países que mais poluem e destroem o planeta, principalmente os integrantes do G20, com destaque para os cinco maiores — China, Estados Unidos, Índia, Rússia e União Europeia — e, com exceção da União Europeia, são os que mais resistem e boicotam uma transição energética justa e longe do uso de combustíveis fósseis.

Os relatórios mais recentes de monitoramento de emissões indicam que China, Estados Unidos, Índia, Rússia e União Europeia (UE), juntos, continuam a ser os maiores emissores mundiais, representando coletivamente mais de 60% das emissões globais de gases de efeito estufa (GEE).

Com base em dados preliminares de 2025, os países do G20 continuam a ser os maiores emissores globais de gases de efeito estufa, sendo, portanto, os grandes responsáveis por cerca de 75% a 80% das emissões globais de gases de efeito estufa.

De acordo com dados estatísticos recentes (2025), entre os anos de 2000 até 2025, as emissões de gases de efeito estufa na atmosfera aumentaram em mais de 50%, passando de 25,5 bilhões de toneladas de CO₂ equivalente para 38,6 bilhões de toneladas.

Em 1972, por ocasião da 1ª Conferência Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, o volume mundial de emissões de gases de efeito estufa foi de 16,2 bilhões de toneladas de CO₂ equivalente; em 1992, quando da ECO-92, no Rio de Janeiro, passou para 22,7 bilhões de toneladas; em 2015, quando foi aprovado o Acordo de Paris, foi de 35,2 bilhões de toneladas.

A proeminência da presença dos combustíveis fósseis ao longo dos últimos 75 anos pode ser constatada pela participação percentual dos mesmos nas matrizes energética e elétrica mundial. Em 1970, essas fontes representavam em torno de 85% a 90% da matriz energética mundial e, em 2025, continuavam representando 81% da mesma, ou seja, em 75 anos a redução foi de apenas poucos pontos percentuais. Se esta mesma tendência se mantiver, vamos precisar de mais de um século para esta transição e, neste contexto, a temperatura média da Terra deverá exceder 3º ou 4º graus centígrados, inviabilizando todas as formas de vida no planeta, inclusive a vida humana.

O uso das fontes renováveis, como energia solar, eólica, biocombustíveis, hidrelétrica, marés, nuclear e outras, representava apenas 19% da matriz energética mundial em 2025, indicando que, longe de romper com a dependência dos combustíveis fósseis, as energias renováveis ainda não conseguiram representar uma alternativa concreta.

Em torno e em defesa do uso dos combustíveis fósseis existem grandes e poderosos interesses econômicos e grandes “lobbies” que interferem nas estruturas do poder e nas políticas públicas nos diversos países, como é o caso dos subsídios aos combustíveis fósseis.

Com base nos dados mais recentes disponíveis para o início de 2026, os subsídios aos combustíveis fósseis no mundo continuam a atingir níveis recordes globais, superando significativamente os investimentos em energias limpas.

As estimativas indicam que os subsídios globais (incluindo custos ambientais não cobrados) ultrapassaram US$ 7 trilhões em 2024 e mantêm-se nessa escala ou podem superar significativamente este montante em 2026, podendo atingir US$ 7,6 trilhões.

O Brasil também não foge à regra e continua subsidiando o uso de combustíveis fósseis. Em 2023 foram concedidos nada menos do que R$ 80 bilhões como subsídios a este setor, caindo para R$ 47 bilhões em 2024, tendo passado para R$ 49,2 bilhões em 2025.

Em consequência das guerras na Ucrânia e das ações dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, promovendo instabilidade no Oriente Médio, para evitar repercussões econômicas, fiscais e inflacionárias, o governo federal e os estados estão reduzindo impostos sobre combustíveis fósseis, na verdade subsídios diretos e indiretos; o custo dos mesmos em 2026 poderá superar o montante dos subsídios concedidos a este setor em 2015, podendo chegar a mais de R$ 60 bilhões.

Apesar dos sucessivos fracassos de diversos países e organizações não governamentais em “pautarem” uma data limite a partir da qual o mundo abandonaria o uso de combustíveis fósseis, isso não impede que este objetivo seja mantido, principalmente para efeito de mobilização da opinião pública mundial.

Ao longo de vários anos, tendo sido intensificado ultimamente, diversos movimentos ambientalistas, alguns governos e até mesmo organizações internacionais, com apoio da ONU e suas agências, têm realizado fóruns de debates, seminários e outros eventos para despertar a opinião pública mundial em relação à importância e à necessidade de continuar esta luta pelo fim dos combustíveis fósseis, como a maneira mais eficiente, efetiva e eficaz de promovermos uma transição energética justa, segura e necessária.

A transição energética, com a substituição total dos combustíveis fósseis por uma nova matriz energética e também uma nova matriz elétrica mundial, em todos os países, é o único caminho que podemos construir se realmente desejamos cumprir o Acordo de Paris, evitando que a temperatura média do planeta exceda 1,5º ou, no máximo, 2º graus centígrados, acima dos quais os impactos econômicos, sociais, políticos, ecológicos e humanos serão catastróficos.

Há poucos dias (24–29 de abril de 2026) foi realizado um grande evento em Santa Marta, na Colômbia, a “1ª Conferência da Transição pelo Fim dos Combustíveis Fósseis”, com apoio dos governos da Colômbia e da Holanda, outros países e diversas organizações não governamentais que lutam por uma transição energética justa, colocando um ponto final no uso dos combustíveis fósseis.

Apesar do fracasso da COP30 em relação ao fim do uso de combustíveis fósseis, esta histórica conferência, que pela primeira vez consegue reunir os principais atores que propugnam por uma transição energética sem combustíveis fósseis, reconhece a necessidade de implementar uma transição energética nesta dimensão e direção e, ao mesmo tempo, estimular mudanças significativas e mais urgentes.

A transição energética, com abandono total do uso dos combustíveis fósseis, de uma maneira justa, ordenada e planejada, é o único caminho para que todos os países possam entrar em um novo patamar de desenvolvimento, garantindo sustentabilidade, sistemas produtivos baseados em “carbono zero”, respeito ao meio ambiente e, também, garantindo soberania energética, desenvolvimento integral e integrado, justiça climática e justiça intergeracional.

Não existe sustentabilidade ecológica, nem redução das consequências da crise climática enquanto o mundo estiver dependente dos combustíveis fósseis, cuja produção e uso atendem apenas aos interesses de uma minoria e alimentam a chamada “Economia da Morte”, mencionada pelo Papa Francisco ao longo de seu magistério.

Concluindo, gostaria de mencionar que o Papa Leão XIV, seguindo as exortações do Papa Francisco, tem exortado os cristãos em geral, os católicos em particular e fiéis de outras religiões quanto à necessidade de refletirmos mais criticamente em relação aos males causados pelos combustíveis fósseis.

Vejamos o que nos tem exortado Leão XIV: “Os combustíveis fósseis pertencem ao passado; o futuro deve ser alimentado por energia limpa e renovável. A criação está clamando em inundações, secas, tempestades e calor insuportável; somos guardiões da criação, não rivais pelos seus despojos. Já é evidente que a nossa Terra está a cair na ruína, enquanto alguns governos atendem demasiadamente às temerárias e enganosas empresas de combustíveis fósseis”.

Se o mundo continuar extremamente dependente dos combustíveis fósseis como principal fonte de energia, como tem acontecido ao longo dos últimos cem anos, subjugado pelos grandes interesses econômicos nacionais e internacionais, ditando as regras da “economia da morte”, ignorando os “gemidos” da Terra, dos pobres e das futuras gerações, o planeta Terra, “Nossa Casa Comum”, corre um sério risco de não haver um amanhã de sustentabilidade, de paz e justiça.

Este é o sentido, o significado e a esperança da luta pelo fim imediato dos combustíveis fósseis. Cabe a nós este enfrentamento, aqui, agora, a partir de cada território e cada iniciativa!

 

*Juacy da Silva, professor fundador, titular, aposentado da Universidade Federal de Mato Grosso, sociólogo, mestre em Sociologia, ambientalista, ativista social e articulador da Pastoral da Ecologia Integral – Região Centro Oeste.
E-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.; Instagram @profjuacy

Quinta, 30 Abril 2026 18:06

 

A Diretoria do ANDES-SN repudia com veemência a absurda condenação de José Maria de Almeida, presidente do PSTU, por ter se posicionado com firmeza contra o assassinato em massa do povo Palestino, que vem sendo perpetrado pelo estado sionista, assassino e genocida de Israel.

Trata-se de uma decisão marcadamente arbitrária e antidemocrática, que desvela o comprometimento do nosso sistema de justiça com o Estado Genocida de Israel.  Tal condenação é mais uma medida que busca criminalizar aquelas e aqueles que têm a coragem de denunciar os horrores que estão sendo cometidos na Faixa de Gaza.

A defesa do povo palestino e do estado palestino e as críticas ao sionismo do estado de Israel não podem ser compreendidas como discurso de ódio, ao contrário, são resistências ao ódio expresso na política de morte implementada atualmente na Faixa de Gaza, pelo estado sionista de Israel, sobre o beneplácito das grandes potências do mundo, que silenciam diante da barbárie desse genocídio.

A Diretoria do ANDES - Sindicato Nacional manifesta sua mais irrestrita solidariedade ao companheiro José Maria de Almeida e a toda a militância do PSTU, ao tempo em que repudia essa condenação ilegal e exige a sua imediata reversão, para que se reestabeleça a verdadeira justiça. 

Palestina Livre!
Parem com o Genocídio!
BDS Brasil!
Justiça para ZéMaria!

 



Brasília, 29 de abril de 2026. 

Diretoria do ANDES - Sindicato Nacional 

Quinta, 30 Abril 2026 11:57

 

A Diretoria da Adufmat-Ssind, no uso de suas atribuições regimentais, convoca todos os sindicalizados para Assembleia Geral Ordinária PRESENCIAL a ser realizada na sede da Adufmat-Ssind, em Cuiabá, e nas subsedes de Sinop e Araguaia:

 

Data: 06 de maio de 2026 (quarta-feira)

Horário: 13h30 (Cuiabá) com a presença mínima de 10% dos sindicalizados e às 14h, em segunda chamada, com os presentes.

 

Pauta:

1. Informes;
2. Informes qualificados das atividades em Cuba;
3. Análise de Conjuntura;
4. Eleição da delegação para o 69º Conad.
5. 2º Seminário de Questões Organizativas do ANDES;
6. Análise da proposta de paralisação de um dia, a cada dois meses, até que o Acordo de Greve (10/2024) seja totalmente cumprido.

 

A Assembleia será presencial e ocorrerá simultaneamente no auditório da sede da Adufmat-Ssind, em Cuiabá, e nas subsedes dos campi de Sinop e Araguaia.

 

 

Cuiabá, 30 de abril de 2026

Gestão Adufmat é pra lutar!

Quarta, 29 Abril 2026 15:12

 

A Adufmat-Ssind informa que, por conta de problemas no fornecimetno de água, o expediente na sede do sindicato foi suspenso na tarde desta quarta-feira, 29/04.
 
Esperamos retomar as atividades normalmente a partir da quinta-feira, 30.
Terça, 28 Abril 2026 17:26

 

 

Entre os dias 18 e 21/05, a subsessão da Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat-Ssind) em Sinop sediará a segunda edição do Territórios Amazônicos – MT: Educação, Direitos e Resistência. O evento é um importante espaço de reflexão crítica, articulação política e produção coletiva de conhecimento sobre a realidade da região Norte do estado de Mato Grosso.


Num contexto marcado pelo aprofundamento das desigualdades sociais, territoriais e socioambientais, a organização propõe o debate sobre os desafios de acesso e permanência na educação pública, discutindo o papel das instituições de ensino na construção de respostas às demandas históricas da região em meio a temas como reforma agrária, degradação ambiental e justiça social.

 

A programação conta com a participação de representantes da comunidade acadêmica, povos indígenas, comunidades tradicionais, agricultores familiares e movimentos sociais. A proposta é fortalecer a educação pública, gratuita e socialmente referenciada como instrumento estratégico de transformação social.


Mais do que um encontro acadêmico, o Territórios Amazônicos II se apresenta como um espaço de mobilização e construção coletiva, comprometido com a defesa dos territórios, a ampliação de direitos e a promoção do bem viver.


As inscrições serão abertas na próxima segunda-feira, 04/05.


Mais informações por meio do telefone (65) 99686-8668.

 

Terça, 28 Abril 2026 14:24

 

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Espaço Aberto é um canal disponibilizado pelo sindicato
para que os docentes manifestem suas posições pessoais, por meio de artigos de opinião.
Os textos publicados nessa seção, portanto, não são análises da Adufmat-Ssind.

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Juacy da Silva* 

 

“Nunca esqueçamos de que o ambiente é um bem coletivo, patrimônio de toda a humanidade e responsabilidade de todos”. Papa Francisco, via Twitter (05/06/2017)

“Unamo-nos aos nossos irmãos e irmãs cristãos no compromisso de cuidar da Criação como dom sagrado do Criador. É necessário estar ao lado das vítimas da injustiça ambiental e climática, esforçando-nos para pôr fim à insensata guerra contra a nossa Casa Comum, que é uma terrível guerra mundial. Exorto a todos a trabalharem para que ela (a Terra) abunde novamente”. Papa Francisco, pronunciamento na Sala Paulo VI, celebração da abertura da solenidade do Tempo da Criação, 2023.

Estamos nos aproximando do mês de maio, um tempo voltado para diversos eventos ecológicos e socioambientais; a partir do dia 16 até o dia 24 será a SEMANA LAUDATO SI, com ênfase no dia 24, quando será a celebração dos ONZE ANOS da publicação da Encíclica Laudato Si pelo Papa Francisco.

A Encíclica LAUDATO SI, publicada em 24 de maio de 2015, antecedendo tanto ao Acordo de Paris (COP21) quanto à aprovação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável pela ONU, é um marco importante e significativo na caminhada ecológica tanto para a Igreja Católica quanto para as demais Igrejas Cristãs e, também, as demais religiões, demonstrando a importância da responsabilidade das Igrejas e religiões em um melhor cuidado com o planeta, tão agredido e em processo de degradação voraz que coloca em risco todos os tipos de vida, inclusive a vida humana.

A Laudato Si é, sem dúvida, um marco fundamental que une fé e ecologia, fé e a opção preferencial pelos pobres pela Igreja, fé e política, fé e sinodalidade, fé e Igreja em saída, fé e Igreja profética, clamando pelo cuidado urgente da "casa comum" e a proteção dos vulneráveis, pobres, oprimidos e injustiçados.

Ela introduz o conceito de "ecologia integral", conectando crise ambiental e social, criticando o consumismo, o desperdício, a busca do lucro a qualquer preço, a economia da morte e a urgente necessidade de substituição desses modelos predatórios, imediatistas e irracionais por uma ECONOMIA DA VIDA (a Economia de Francisco e Clara), demonstrando a falácia do paradigma tecnológico/tecnocrático, a importância e a necessidade de um Pacto Global pela Educação, bem como uma nova dimensão para a Educação Ambiental, enfim, propondo uma mudança de estilo de vida, de conversão ecológica para salvarmos o planeta.

Em sua mensagem aos participantes da COP30, realizada em Belém, em novembro de 2025, o Papa Leão XIV exortou e defendeu enfaticamente uma conversão ecológica, como uma mudança profunda no coração, passando dos discursos para ações concretas, respeito à natureza e às pessoas, enfim, novos estilos de vida, enfatizando que “cuidar da criação é inseparável da fé cristã; é preciso uma espiritualidade ecológica que combata o CONSUMISMO e a lógica extrativista”.

Pergunto: o que podemos e devemos realizar para marcar a importância desta Encíclica em seu 11º aniversário de publicação? Em que e como ela já tem contribuído em termos de realizações, inclusive no despertar da consciência socioambiental, principalmente dentro da Igreja Católica, entre fiéis e corpo eclesiástico, de quem o Papa Francisco foi seu líder e Pastor por mais de uma década? E o Papa Leão XIV tem demonstrado continuidade tanto de pensamento, exortações e a necessidade de passarmos das palavras às ações sociotransformadoras.

Qual a relação da Laudato Si e, indiretamente, outras Exortações Apostólicas e pronunciamentos do Papa Francisco, como “Querida Amazônia”, “Laudate Deum” e os seus três “Ts”: Terra, Teto e Trabalho, tanto no pensamento socioambiental da Igreja quanto também em um novo rumo a partir da ênfase de seu magistério, incluindo a LAUDATO SI no pensamento social da Igreja (DSI), enfatizando a profunda ligação entre as obras da Criação, a degradação dos biomas, as futuras gerações e o próprio destino da humanidade, enfim, a destruição do planeta e os pobres?

Essas celebrações são importantes, principalmente à luz das reflexões e decisões da recente 62ª Assembleia Geral da CNBB, quando os bispos, arcebispos e cardeais, que são os pastores de nossa Igreja no Brasil, aprovaram as novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil para o período de 2026 a 2032, bem como o conteúdo da Carta ao Povo Brasileiro, tornada pública pela CNBB, que nos questiona a aprofundar nossa caminhada em defesa da Ecologia Integral em um contexto de grandes desafios socioambientais, econômicos e políticos, inclusive as eleições gerais em outubro deste ano.

De acordo com a REPAM (Rede Eclesial Pan-Amazônica) e mencionado em sua página, “a Assembleia reafirma a importância de uma Igreja comprometida com a ECOLOGIA INTEGRAL, a defesa dos territórios e dos povos, especialmente na Amazônia, onde os desafios socioambientais exigem presença profética, articulação em rede e ações concretas”.

Fica a indagação e a sugestão para pensarmos algo à altura da importância desta Encíclica que marca profundamente o pensamento e as ações da Igreja, em seu compromisso em defesa do planeta, nossa Casa Comum.

Portanto, não podemos, como Igreja, nos dar “ao luxo” de continuarmos nos omitindo diante da realidade e da gravidade desses desafios que estão diante de nós. Com certeza podemos, ao promover tais celebrações por esses onze anos da publicação da Laudato Si, contribuir para um despertar na Igreja, tanto entre fiéis quanto também na hierarquia eclesiástica, que, apesar desta Encíclica já estar completando ONZE ANOS, ainda continua pouco conhecida, ignorada, sofrendo um certo arredio ao chamado do nosso saudoso Papa Francisco e também aos apelos e exortações neste mesmo sentido pelo Papa Leão XIV.

Para bem entender a importância da Laudato Si, podemos mencionar uma pergunta feita pelo Apóstolo Paulo na Carta aos Romanos 10:14, quando ele diz: “Como haverão de crer se não há quem lhes anuncie?” e, logo a seguir, dá a resposta (Carta aos Romanos 10:15): “Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas”.

Com certeza a Laudato Si tem conseguido “anunciar coisas boas”, mas, para que isso possa acontecer, precisamos compartilhar amplamente o conteúdo e as propostas sociotransformadoras desta que, em minha opinião, é uma das mais importantes Encíclicas dos últimos tempos. Por tudo isso, precisamos celebrar esses onze anos de sua publicação.

Quem desejar conhecer e ler na íntegra a Encíclica Laudato Si, basta clicar no link e “baixar” gratuitamente.

 

*Juacy da Silva, professor fundador, titular, aposentado da Universidade Federal de Mato Grosso, sociólogo, mestre em Sociologia, ambientalista, ativista social e articulador da Pastoral da Ecologia Integral – Região Centro Oeste.
E-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.; Instagram @profjuacy

 

 

Terça, 28 Abril 2026 13:50

 

 

A greve nacional das servidoras e dos servidores técnico-administrativos em educação (TAE), iniciada em 23 de fevereiro deste ano, chega a dois meses marcada pela recusa do governo federal em abrir negociação com a categoria. Organizado pela Fasubra, o movimento paredista já conta com a adesão de mais de 50 instituições federais de ensino em todo o país.

 

Fotos: Divulgação / Fasubra

 

A principal reivindicação da categoria é o cumprimento integral do acordo firmado com o governo federal ao fim da greve de 2024. As técnicas e os técnicos em educação também cobram a reabertura imediata das mesas de negociação. 

De acordo com Tereza Fujii, coordenadora de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria da Fasubra, o impasse se agravou após o governo encerrar unilateralmente o diálogo. “Fizemos um acordo em 2024 e o restante da pauta ficou para a mesa de negociação. Infelizmente, o governo fechou as mesas unilateralmente, não nos recebeu mais e disse que não concederia pontos que estavam acordados”, contou.

Acordos descumpridos 

Entre os principais pontos de conflito está o não cumprimento de itens que, segundo a Federação, já estavam pactuados. Um dos exemplos é o reposicionamento de aposentadas e aposentados - TAEs que já estavam no fim da carreira quando se aposentaram e foram enquadrados no Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE) apenas com base no tempo de serviço público -, medida que deveria ser implementada em 2026.

“Agora, disseram que não vão pagar, com argumentos que não procedem, como o de que outras categorias poderiam reivindicar o mesmo. Isso não faz sentido, porque cada carreira tem seu próprio plano”, explicou Tereza Fujii.

Outro problema apontado é a situação de servidoras e servidores que ficaram fora do plano de carreira e, há mais de duas décadas, recebem salários próximos ao mínimo. “São cerca de 200 pessoas no Brasil inteiro que não foram incluídas e que deveriam ter a possibilidade de ingressar agora, como foi acordado. O governo também negou isso”, destacou.

A regulamentação da jornada de 30 horas semanais, uma demanda histórica da categoria, também é alvo de críticas. Segundo a coordenadora da Fasubra, a forma como a medida foi incorporada em projeto de lei acabou gerando distorções. “O governo disse que concederia as 30 horas, mas da maneira como foi feito, piorou. Houve um retrocesso”, avaliou.

A pauta da greve inclui, além do cumprimento do acordo de 2024, a reestruturação da carreira, a regulamentação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) e a recomposição salarial. A exclusão de aposentadas e aposentados de benefícios como o RSC também é alvo de críticas. “Não é justo que os aposentados fiquem fora de todas as pautas, sendo que temos paridade. Estamos lutando por direitos que já foram acordados”, ressaltou.

Para a servidora, a mobilização também está relacionada à valorização do serviço público e à garantia de condições dignas de trabalho nas universidades. “Estamos falando da menor tabela [salarial] do serviço público federal. E, ainda assim, aceitamos um acordo que agora não está sendo cumprido”, completou.

 

 

Falta de diálogo

A ausência de diálogo é apontada como o principal entrave para o avanço das negociações. Segundo a coordenadora de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria da entidade, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) não recebeu a categoria em nenhum momento desde o início da greve. “Em nenhuma greve anterior aconteceu isso. O governo pode até dizer que não vai atender, mas precisa receber. Hoje, não há diálogo nenhum”, afirmou.

Fujii relatou ainda episódios de repressão durante mobilizações da categoria em Brasília (DF). “Fomos para a frente do ministério [nesta quinta-feira (23)] e a polícia nos retirou de forma violenta. Mesmo assim, vamos continuar mobilizados para forçar a abertura de negociação”, disse.

Próximos passos 

Com a ampliação da adesão, o movimento entra agora em um novo momento, marcado pela intensificação das ações para pressionar o governo. O comando nacional de greve, que reúne atualmente mais de 80 representantes, deve fortalecer as mobilizações nas próximas semanas.

“Vamos continuar com as mobilizações até que o governo abra diálogo”, afirmou Tereza. A expectativa da categoria é de que a pressão leve à retomada das negociações e ao cumprimento dos compromissos assumidos.

 

Fonte: Andes-SN 

Segunda, 27 Abril 2026 10:07

 

O ANDES-SN participou, nos dias 16 e 17 de abril, de duas atividades do Ministério da Educação (MEC) sobre a Política Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior (PNDES). Segundo Herrmann Muller, 2º secretário do Sindicato Nacional que representou a entidade nas agendas, foi convidado às atividades com pouco tempo e sem informação antecipara sobre as pautas delas, o que dificultou organizar uma participação mais ativa. 

 

Foto: Thamires Barreto

 

“Em ambas atividades, o ANDES-SN recebeu convite por e-mail, com prazo muito curto e pauta definida. Então, nos fizemos presentes somente no papel de escuta, para saber ‘em que pé’ estava a discussão puxada pelo governo, pelo MEC, em especial pela Secretaria do Ensino Superior, a Sesu-MEC [Secretária de Ensino Superior], e demarcar que o ANDES-SN tem interesse nessa pauta da Política Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior, o tal do PNDES. Esse é um tema extremamente caro e importante para o ANDES-SN, é um pilar fundamental para se pensar a universidade”, contou Muller. 

No entanto, o convite em cima da hora, impediu que o Sindicato Nacional pudesse levar o debate para as bases para poder se posicionar “O ANDES-SN é organizado pela deliberação de base e essa discussão o ANDES-SN ainda não conseguiu levar para que a categoria possa debater, até por ele não ter elementos para poder propor o debate, porque não sabíamos como que o governo pretende desenvolver esse processo de elaboração dessa política nacional”, lamentou.

No dia 16 de abril, entidades do setor da Educação foram convidadas para uma reunião com vários integrantes da Sesu-MEC. Conforme o diretor do Sindicato Nacional, o governo informou que há um acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU), com prazo para ser cumprido, até o final de maio, sobre consulta pública de vários eixos do PNDES. “Solicitaram que as entidades fizessem um processo de divulgação de uma enquete sobre várias questões relativas ao Ensino Superior. O MEC queria que essas entidades divulgassem para toda a categoria docente, técnicos e comunidade em geral como um todo, para que preenchessem esse formulário no sentido de dar ‘um ar’ de participação ampliada e democrática à consulta sobre as diretrizes da Educação Superior”, contou.

“Eles queriam que a gente fosse a ponte com a sociedade, com o quadro de professores, professoras, técnicas e técnicos, para a gente divulgar essa pesquisa e, com isso, dar um verniz de democracia”, acrescentou. Segundo o docente, o ANDES-SN se manifestou que, não teria como contribuir naquele momento, porque precisaria consultar a categoria.

“Esse formulário veio de uma decisão exclusiva do MEC, o ANDES-SN não participou da sua construção. Também foi expresso que entendíamos que fazer a construção de uma política nacional em cima de um período curto, definido por um órgão como o TCU, não seria possível e que o Sindicato Nacional não teria como cumprir com essa demanda, respeitando os processos deliberativos entidade”, explicou. 

No dia 17, foi realizado um Seminário sobre a Política Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior, com três mesas, cada uma com dois especialistas do tema, o que foi classificado pelo MEC como um processo de “escuta qualificada”. Nesse momento, mais o Sindicato Nacional se fez presente como ouvinte, pois não havia sido informado em tempo hábil para participar de outra forma. “Não sabíamos exatamente qual seria o papel do ANDES-SN, porque esse convite não teve pauta. Manifestei publicamente que os temas discutidos ali são de acúmulo dos nossos grupos de trabalho dos congressos do nosso Sindicato, mas que, dessa maneira, com esse prazo tão apertado de discussão, de tempo de elaboração dessa Política Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior, o ANDES-SN se sentia em dificuldades de poder contribuir”, reforçou Muller.

O diretor ressaltou que a participação nos dois espaços foi uma decisão de diretoria e da coordenação do Grupo de Trabalho de Política Educacional (GTPE). Segundo ele, o debate sobre o PNDES foi uma decisão do 44º Congresso do ANDES-SN, realizado em março deste ano. “No último final de semana, o pleno do GTPE encaminhou que as seções sindicais, nos seus GTPEs locais, nas suas assembleias e nos encontros regionais do Sindicato, coloquem esse tema da Política Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior em debate, apontando quais são os elementos e como o ANDES-SN pode contribuir nesse processo, se vamos entrar nele ou não. Ou seja, todas as necessidades para se pensar esse PNDES”, concluiu.

 

Fonte: Andes-SN 

Segunda, 27 Abril 2026 09:52

 

Em reunião realizada nessa quinta-feira (23), na sede do ANDES-SN, representantes de diversas entidades que compõem a Coordenação Nacional das Entidades em Defesa da Educação Pública (Conedep) avançaram na organização de um calendário de lutas. O encontro foi marcado pela disposição em retomar a mobilização nas bases.

Além do ANDES-SN, participaram da reunião o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), a União Nacional dos Estudantes (Une), a União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes), a Federação Nacional dos Estudantes em Ensino Técnico (Fenet), a Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (Abepss) e o Movimento por uma Universidade Popular (MUP).

De acordo com Jacob Paiva, 3º secretário do ANDES-SN e da coordenação do Grupo de Trabalho de Política Educacional (GTPE), as entidades estabeleceram como proposta central a realização da Plenária Nacional da Educação, com indicativo para novembro de 2026. Como passo preparatório, as organizações devem se empenhar na reconstrução de fóruns ou comitês estaduais em Defesa da Escola Pública, visando realizar plenárias regionais até um mês antes do evento nacional.

Também houve consenso em levar às direções das entidades que compõem a Conedep a necessidade de realizar o IV Encontro Nacional de Educação (ENE), preferencialmente no primeiro semestre de 2027. Paiva destacou que, embora o ANDES-SN já tenha deliberação congressual sobre o tema, as demais entidades precisarão conversar sobre a viabilidade de construção do IV ENE no próximo ano, bem como fazer o debate interno sobre local, temáticas e estrutura da Plenária Nacional de Educação.

Durante a reunião também foi discutida a importância de avançar na relação com outras entidades, para fortalecer a luta em defesa da educação pública.  Conforme Jacob Paiva, a estratégia do ANDES-SN, amparada por decisões do seu 44º Congresso, é ampliar o diálogo com outras frentes da educação. O dirigente ressaltou que o Sindicato Nacional iniciará conversas com entidades como Fineduca, ANPED, ANPG, UNE e ANFOPE. O objetivo é resgatar a força de um espaço de articulação nos moldes do antigo Fórum Nacional de Defesa da Educação Pública, que vigorou até o início dos anos 2000.

Para o 3º secretário do ANDES-SN, o saldo da reunião reflete um momento de convergência entre as entidades. “Essa reunião mostrou uma disposição política dos que estavam presentes, de forma muito afinada, na urgente necessidade de voltarmos a construir e nos encontrarmos nesse espaço", afirmou.

O diretor destacou ainda que o foco é a "reconstrução de um amplo movimento social nacional amplo, independente e com autonomia, que tenha de novo a defesa da educação pública como eixo principal”.  Além de Jacob Paiva, representaram o ANDES-SN na reunião a 1ª vice-presidenta da Regional Pantanal, Luciana Henrique da Silva, e o 1º vice-presidente da Regional Nordeste 3, Aroldo Félix de Azevedo Junior, ambos da coordenação do GTPE.

As entidades que compõem a Conedep voltará a se reunir de forma híbrida no dia 14 de maio, às 14h, na sede do ANDES-SN. O objetivo será consolidar os retornos das direções sobre a Plenária Nacional de Educação, incluindo a definição de eixos temáticos, local (com Rio de Janeiro e Brasília como opções em pauta), infraestrutura e programação detalhada.

 

Fonte: Andes-SN 

Sexta, 24 Abril 2026 16:19

 

Cuiabá sediará o XVII Encontro da Vice-presidência Regional Pantanal do ANDES-SN. O evento, que será nos dias 08 e 09/05, reunirá a parte da diretoria do Andes-Sindicato Nacional que representa mais diretamente as seções sindicais localizadas em Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, e será realizado na sede da Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat-Ssind).

A ideia é debater e encaminhar deliberações e planos de luta do sindicato nacional, além de promover a articulação entre as seções sindicais e intensificar a unidade de ação no âmbito da educação superior.

As vice-presidências regionais do ANDES-SN são compostas por seções sindicais de docentes de instituições públicas de ensino superior, organizadas a partir das bases nas universidades e institutos federais e estaduais. Essas seções sindicais constituem a estrutura do sindicato, garantindo a organização docente nos locais de trabalho e a articulação com a direção nacional.

As entidades que integram a Regional Pantanal do Andes-SN são as associações docentes vinculadas às universidades Federal de Mato Grosso (Adufmat-Ssind), Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Federal da Grande Dourados (UFGD) e a Federal de Rondonópolis (UFR).

A programação terá início na sexta-feira, 08/05, com visitação à sede da Regional Pantanal pela manhã. No período da tarde, ocorre o credenciamento, seguido da mesa de abertura. Ainda no primeiro dia, será realizado o Painel 1, que abordará a conjuntura política e abrirá espaço para que as seções sindicais apresentem suas demandas e pautas específicas.

No sábado, a programação continua com o Painel 2, voltado às questões organizativas, administrativas, financeiras e políticas do ANDES-SN, com participação dos docentes Sérgio Luiz Carmelo Barroso (primeiro tesoureiro do Andes-SN) e Eblin Farage (ex-presidente do Andes-SN). À tarde, o Painel 3 discutirá o plano de lutas e estratégias de ação, com contribuições de Josevaldo Cunha (primeiro vice-presidente da Regional Nordeste II) e Luciana Henrique da Silva (primeira vice-presidente da Regional Pantanal).

A Diretoria da Regional Pantanal destaca a importância da participação de todas as seções sindicais do Andes-SN situadas nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e orienta que as delegações, indicadas por suas seções sindicais, sejam informadas à Regional até o dia 04/05, reforçando o papel do encontro no fortalecimento da organização docente na região.

 

Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind