Adufmat-Ssind entrega carta ao ministro da Educação com reivindicações da categoria docente
Durante a agenda do ministro da Educação, Camilo Santana, em Cuiabá, nesta quarta-feira, 04/02, a Adufmat - Seção Sindical do Andes Sindicato Nacional entregou uma carta, reiterando algumas das principais reivindicações da categoria docente em âmbito nacional e local.
O encontro ocorreu durante a inauguração simbólica do Centro Cultural que funcionará em frente à sede do sindicato, dentro da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Entre as reivindicações nacionais estão o cumprimento integral do acordo de greve assinado em 2024 – com muitos pontos ainda em aberto, e a recomposição orçamentária real – também não efetivada, considerando os cortes sistemáticos dos últimos anos. A reivindicação local é o fortalecimento do modelo multicampi, para evitar o desmembramento do campus da UFMT Sinop.
“Para a UFMT, é de extrema importância o tema sobre a possibilidade de desmembramento do campus de Sinop. Nós entendemos que o processo, como ocorre hoje, com diálogos que passam ao largo da democracia universitária, da autonomia universitária, que não envolve o debate no seio da universidade, é muito danoso, porque é não é aquilo em que acreditamos como universidade. O que nós temos hoje é a possibilidade de emancipar um campus sem passar pelo diálogo, para atender a interesses de uma elite econômica local. Por isso, é fundamental que o MEC [Ministério da Educação] possa seguir neste processo para que, se houver qualquer discussão sobre o futuro da UFMT, que passe por toda a UFMT, e não seja exclusividade das elites locais do norte de Mato Grosso”, disse o diretor-geral do sindicato, Breno Santos.
Também foram entregues as manifestações dos povos indígenas que vivem em Mato Grosso sobre a possibilidade de desmembramento do campus, encaminhadas pela Assembleia Geral da Associação Terra Indígena Xingu – ATIX (disponível aqui) e Instituto Raoni (leia aqui). Os três documentos foram assinados por Santana como forma de registro de recebimento.
Leia, abaixo, a íntegra da Carta entregue pela Adufmat-Ssind:




Luana Soutos
Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind
Em defesa da UFMT multicampi: povos indígenas de 16 etnias se posicionam contra o desmembramento do campus de Sinop
Imagens: Assembleia Geral da Associação Terra Indígena Xingu (ATIX)
A mobilização contra o desmembramento do campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em Sinop ganha força após a Assembleia Geral da Associação Terra Indígena Xingu (ATIX), realizada no dia 02/12, aprovar a elaboração e divulgação de uma nota pública em defesa da multicampia. O documento, assinado por representantes da Comissão de Educação Escolar Indígena do Território Indígena do Xingu, formada pelas 16 etnias que vivem na região, reafirma o posicionamento histórico dos povos originários de Mato Grosso em defesa da educação pública, gratuita e multicampi, compreendendo que a permanência como UFMT é estratégica para a soberania educacional e para o futuro das comunidades indígenas da região.
O texto evidencia que o projeto de desmembramento não interessa à população, e destaca os impactos e a gravidade das consequências que seriam impostas, caso a separação ocorra. “O posicionamento da ATIX e das demais lideranças reforça que o desmembramento não atende aos interesses coletivos da região, tampouco contribui para o fortalecimento de políticas públicas de longo prazo. Ao contrário, segundo as organizações indígenas e acadêmicas, a proposta fragiliza o compromisso do Estado brasileiro com a interiorização da educação superior e coloca em risco iniciativas essenciais para o desenvolvimento social, científico e cultural do Norte de Mato Grosso. A fragmentação desse modelo, via emancipação, representa um grave retrocesso que nos atingirá diretamente, pois diluirá a força institucional, a capilaridade e o compromisso histórico que a universidade construiu conosco. A emancipação fragilizaria a política de ações afirmativas e comprometeria programas de extensão e pesquisa essenciais, que dependem da sinergia entre as unidades para atuar em nossos territórios”, diz determinado trecho da nota.
Para as comunidades indígenas, a defesa da UFMT multicampi está profundamente ligada ao direito de permanecerem ativos na construção do próprio futuro, em especial nas agendas de formação profissional, produção de conhecimento, sustentabilidade territorial e direitos coletivos. A luta pela UFMT multicampi, reiteram, é também a luta pela continuidade de políticas educacionais que reconhecem e respeitam as especificidades culturais, históricas e territoriais dos povos originários.
“Nosso posicionamento baseia-se no histórico concreto da UFMT. Há décadas, a universidade tem sido uma aliada na formação de profissionais indígenas e não indígenas, na produção de conhecimento sobre e com nossos povos, e no desenvolvimento de projetos que fortalecem nossas culturas, línguas e direitos territoriais. Essa atuação integrada e multicampi permitiu que a UFMT fosse uma ponte entre o saber acadêmico e o saber tradicional, respeitando a diversidade do estado. A emancipação de Sinop criaria uma instituição voltada prioritariamente para agendas locais e setoriais, inevitavelmente desvinculada da missão estadual e do compromisso histórico com os povos indígenas de todas as regiões de Mato Grosso, nos condenando ao esquecimento e ao abandono pelo poder público federal no estado”, afirma outra parte do documento.

Entre as entidades acadêmicas que têm se manifestado sobre o assunto está a Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat-Ssind), que tem declarado sua preocupação com os impactos da proposta. Para o diretor da entidade, Gustavo Canale, o cenário é extremamente grave. “Essa carta demonstra a importância da permanência e do fortalecimento do campus da UFMT no município de Sinop. O campus atende uma ampla região composta de importantes municípios como Feliz Natal, Peixoto de Azevedo, União do Sul, Cláudia, Santa Carmem, entre outros. Para além da notória importância do campus para o desenvolvimento de Sinop, também atuamos em assentamentos da agricultura familiar, e em territórios indígenas, como a Terra Indígena do Xingu. Qualquer alteração de status deste campus, como o proposto desmembramento, impacta um conjunto de ações da UFMT junto às comunidades mais vulneráveis, dos bairros aos territórios. A Adufmat-Ssind tem afirmado a necessidade de um amplo diálogo entre a comunidade acadêmica para a elaboração de um novo projeto de multicampia, com a manutenção do campus de Sinop na estrutura da UFMT”, pontuou.
Nos últimos anos, o campus de Sinop consolidou-se como pólo de referência na formação de profissionais para toda a região norte do estado, atendendo desde municípios de base agropecuária até comunidades ribeirinhas, aldeias e assentamentos rurais. Sua presença transforma trajetórias, amplia horizontes e garante que jovens de diversas origens tenham acesso à educação superior pública de qualidade sem abandonar seus territórios. Para os povos indígenas, essa presença não é apenas institucional — é histórica, política e vital. A atuação da universidade em projetos de extensão, saúde comunitária, educação intercultural e sustentabilidade ambiental tem estabelecido vínculos profundos que dificilmente serão preservados caso o campus venha a ser administrado de acordo com os interesses dos grupos políticos e empresariais que apoiam a proposta.
Enquanto a carta coletiva avança em sua construção final, o movimento cresce. A defesa do campus de Sinop como parte indissociável da UFMT multicampi revela não apenas a relevância dessa unidade, mas também a convicção de que projetos educacionais devem servir à sociedade como um todo — e não a interesses isolados de elites regionais. Para os povos indígenas, para a comunidade acadêmica e para diversos setores sociais que se articulam neste momento, preservar a UFMT multicampi é preservar um futuro mais justo, plural e comprometido com a diversidade que marca o estado de Mato Grosso.
As 16 etnias que vivem na Terra Indígena do Xingu são: Juruna, Waurá, Kaiabi, Yawalapiti, Suyá, Trumai, Aweti, Ikpeng, Kalapalo, Kamaiurá, Kuikuro, Matipu, Mehinako, Nahukuá, Naruvotu, e Tapayuna.
Leia, abaixo, a íntegra da Manifestação em Defesa do Modelo Multicampi da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Contra a Emancipação do Campus de Sinop:


Luana Soutos
Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind
Assembleia histórica em Sinop fortalece posição dos docentes da UFMT pela construção da multicampia e aprova paralisação
A Adufmat-Ssind realizou, nesta quinta-feira, 16/10, uma assembleia histórica, especialmente sediada no auditório do sindicato em Sinop. O objetivo foi fortalecer o debate sobre multicampia, motivado pela existência de projetos de lei apresentados por políticos mato-grossenses indicando o desmembramento dos campi, mas elaborados à revelia de qualquer debate ou decisão da comunidade acadêmica. Nesta quinta-feira, a categoria debateu e fortaleceu o argumento em defesa da construção efetiva da multicampia na UFMT, e não o desmembramento - ao menos por enquanto. Também foi aprovada paralisação nos dias 28 e 29/10 contra a proposta de Reforma Administrativa.
De início, durante os informes, o diretor-geral do sindicato, Breno Santos, falou da Semana do Servidor, que está sendo organizada junto ao Sindicato dos Servidores Técnico-administrativos (Sintuf-MT), com atividades programadas a partir do dia 25/10 – todas presenciais (em Cuiabá), mas com transmissão de algumas mesas (saiba mais aqui).
O docente falou, ainda, sobre o Baile dos Professores 2025, que será no dia 24/10, em Cuiabá. Os convites já estão sendo distribuídos (leia mais aqui). O diretor finalizou informando que o sindicato foi oficialmente convocado para o 44º Congresso do Andes-SN – maior espaço deliberativo do sindicato nacional -, que será em Salvador entre 02 e 06/03/26. A delegação da Adufmat-Ssind será formada nos próximos meses.
A professora Gerdine Sanson, membro da representação local, informou que a festa dos docentes de Sinop será no dia 25/10. Os interessados deverão informar o sindicato, por meio de link já compartilhado, para a definição mais exata possível do número de participantes.
Também participou da assembleia, presencialmente, o professor Raimundo Sousa, representante da Adufmat-Ssind Araguaia. Ele informou que a festa dos professores do Araguaia será mais próxima do final do ano - dia 06/12. O local já está reservado, mas ele solicitou que aqueles que tenham restrição alimentar informem ao sindicato para a elaboração do cardápio.
De Cuiabá, a docente Irenilda Santos informou sobre atividade nacional do Grupo de Trabalho Política e Formação Sindical (GTPFS), que também debateu um dos temas da assembleia: conjuntura e Reforma Administrativa.
A professora Marluce Souza e Silva fez informe sobre a reunião ampliada realizada no período da manhã, em Sinop, com a presença da Reitoria e da Pró-reitoria do campus, para iniciar o debate sobre multicampia ou desmembramento do campus. Na ocasião, ficou evidente que há mais dúvidas do que certezas sobre a questão, e foi encaminhado que o debate só será retomado após o levantamento de todos os documentos que existem - ou ainda são necessários - para balizar o debate.

Informes sobre os 28,86%
O advogado responsável pelo processo, Alexandre Pereira, iniciou este ponto de pauta alertando sobre os golpes frequentes que tentam aplicar utilizando os 28,86%. “Não existe pagamento de DARF, ida ao cartório, nada é de um dia para o outro, do nada. Notícias sobre este processo são dadas pelo sindicato, em assembleia geral”, afirmou.
Diante de algumas dúvidas, Pereira afirmou que haverá, sim dificuldade de recebimento dos 28,86% em caso de emancipação do campus de Sinop. Entre outras afirmações, garantiu que há boas expectativas quanto ao processo, que deve avançar no STJ nos próximos meses.
Como a Assessoria Jurídica não gosta de publicizar detalhes sobre o processo, as dúvidas de quem não pode comparecer a assembleia devem ser encaminhadas para o escritório, por meio dos telefones (65) 3642-3847/99233-4844, ou diretamente ao advogado (sindicalizados podem solicitar o número à Adufmat-Ssind).
Análise de Conjuntura e Mobilização sobre a Reforma Administrativa
O diretor-geral da Adufmat-Ssind iniciou este ponto de pauta falando sobre as investidas contra a Palestina, o avanço do imperialismo estadunidense, que também está voltado para a América Latina. A precarização do trabalho em todos os âmbitos e a Reforma Administrativa, isto é, a destruição de direitos, são demonstrações disso.
Diante do conhecimento do teor da nova proposta de Reforma Administrativa (leia aqui), o Andes – Sindicato Nacional, juntos às entidades de trabalhadores do serviço público federal estão propondo a jornada de lutas, com marcha em Brasília dia 29/10 e paralisação nos dias 28 e 29/10.
Santos lembrou que, em 2021, os servidores conseguiram derrotar a Reforma Administrativa de Paulo Guedes com forte mobilização em Brasília por mais de 15 semanas consecutivas.
Os presentes destacaram que os proponentes da atual Reforma são, ainda, setores da chamada direita, mas com aval da chamada esquerda, visto que a própria ministra Esther Dweck, que é docente do ensino superior público (UFRJ), afirmou, publicamente, que a Reforma Administrativa já está em andamento neste governo.
Ao final, foi decidido que o sindicato construirá o deslocamento para a marcha em Brasília no dia 29 (docentes que queiram ir devem entrar em contato com o sindicato) e também orientará a paralisação da categoria nos dias 28 e 20/10 com atividades de mobilização nos três campi (considerando que o campus de Várzea Grande funciona em Cuiabá). A Adufmat-Ssind produzirá material para distribuição e o professor Waldir Bertúlio sugeriu que o sindicato faça circular textos jornalísticos e também de opinião sobre o tema. Há também indicação para inserção da questão na mídia local, especialmente sobre os motivos da paralisação.
Vale destacar que Adufmat-Ssind e Sintuf-MT já têm uma atividade prevista para debater a Reforma Administrativa dentro da semana dos servidores – dia 28/10, às 9h, no campus da UFMT, com transmissão ao vivo por meio dos canais oficiais das entidades.
Também foi aprovada a composição de uma Comissão de Mobilização Multicampi sobre a Reforma Administrativa.
Política de Multicampia na UFMT
O dia foi inteiro de debate sobre o tema da multicampia em Sinop. Pela manhã, em reunião ampliada junto à Reitoria e Pró-reitoria local. No período da tarde, como ponto de pauta da assembleia geral da categoria docente.
A diretoria da Adufmat-Ssind abriu o debate falando da importância da multicampia, que tem, por exemplo, a maioria dos institutos federais funcionando neste sistema.
A questão é complexa, porque as realidades no país são muito distintas e, além disso, o ensino superior federal, como um todo, tem sofrido deliberadamente com os cortes de recursos. Isso motivou a criação do GT Multicampia e Fronteira no sindicato nacional e nas seções sindicais, como a Adufmat-Ssind.
O professor Juliano dos Santos, coordenador-geral da representação sindical em Sinop, lembrou do processo de constituição do GT na Adufmat-Ssind e destacou que hoje, a maior parte dos docentes das universidades federais do país estão em campus “não sede”, ou seja, trabalham em situação de multicampia. “Nosso desafio é construir uma universidade multicampi mais forte”, afirmou.
Marilin Castro, servidora técnica-administrativa, contribuiu com a análise afirmando que ele precisa ser aprofundado pela sua categoria, que rememora, agora, o processo de desmembramento da UFMT Rondonópolis. Ela destacou que a situação da nova universidade - criada em 2018, mas com autonomia financeira alcançada apenas em dezembro de 2019 - está mais difícil. “Mais de cinco anos depois do desmembramento da UFR, nem 50% das vagas previstas para técnicos foram disponibilizadas, e a situação de trabalho piorou”, disse.
O docente Edson Spenthof lembrou do documento elaborado pelo GT (leia aqui), demonstrando que há muitos “gargalos” que precisam ser resolvidos antes de se pensar em desmembramento. “Hoje, diante de todos esses gargalos, nossa posição é pelo fortalecimento da multicampia”, concluiu.
Para o professor Breno Santos, os desafios da multicampia são, na verdade, os desafios do projeto do capital para as universidades. Isso significa que as dificuldades vão continuar e, se não houver resistência e mobilização em defesa dos serviços públicos e da educação, podem, inclusive, piorar.
Os docentes concluíram o debate reforçando a mobilização contra a Reforma Administrativa e pela continuidade do diálogo com relação à multicampia.
Luana Soutos
Assessoria de Imprensa da Adufmat-Ssind.
A Comissão de Consulta Informal para a Pró-reitoria da UFMT Sinop vem a público divulgar o resultado do processo realizado nesta segunda-feira, 10/03, anunciando o professor Elton como primeiro colocado (39,18%), seguido dos candidatos professora Rafaella (30,03%) e professor Carlos (28,76%).
Foram mais de 40 dias de dedicação e trabalho de representantes das três categorias, discentes, técnicos-administrativos e docentes para garantir a escolha democrática da Pró-reitoria.
Agradecemos o envolvimento de todos e parabenizamos as três candidaturas, que reconheceram o andamento do processo e respeitaram a dinâmica estabelecida pela comunidade para tão importante escolha.
Confira abaixo o documento assinado (também disponível para download no Arquivo Anexo abaixo):

Confira as orientações da comissão para recuperação de e-mail e votação (aqui), escolha sua urna abaixo e vote.
Os links receberão votos somente na segunda-feira, 10/03, a partir das 8h e até às 22h.
Urna: CUS - Pró-Reitoria do Campus - Discentes
https://evotacao.ufmt.br/helios/e/cus25-pro-reitoria-discentes/vote
Urna: CUS - Pró-Reitoria do Campus - Docentes
https://evotacao.ufmt.br/helios/e/cus25-pro-reitoria-docentes/vote
Urna: CUS - Pró-Reitoria do Campus - Residentes
https://evotacao.ufmt.br/helios/e/cus25-pro-reitoria-residentes/vote
os eleitores dessa urna irão acessar o processo eleitoral com o próprio CPF e uma senha que será enviada na véspera do processo
Urna: CUS - Pró-Reitoria do Campus - TAE
https://evotacao.ufmt.br/helios/e/cus25-pro-reitoria-tae/vote
Veja aqui as orientações para recuperação de e-mail e votação para a Pró-reitoria da UFMT Sinop
A Comissão de Consulta Informal para Pró-reitoria do campus de Sinop da UFMT disponibilizou o material de orientação abaixo para a comunidade apta a votar. Vale lembrar que o calendário mudou e a nova data de votação está prevista para a próxima segunda-feira, 10/03. Veja a seguir,
Orientações sobre como atualizar o e-mail de recuperação:
Orientações sobre como atualizar o e-mail de recuperação via gov.br:
Orientações sobre como votar:
Calendário da consulta para Pró-reitoria da UFMT Sinop alterado; confira aqui
A Comissão de Consulta Informal para escolha da Pró-reitoria da UFMT Sinop divulgou as novas datas acordadas para conclusão do processo. Confira:
A Comissão de Consulta Informal para a Pró-reitoria da UFMT Sinop divulga as listas finais de votantes do pleito que será realizado no dia 26/02/2025.
Clique em cima para visualizar cada uma delas:
LISTA FINAL DE VOTANTES DISCENTES
À Direção do SINTUF
À Direção da ADUFMAT
Ao Conjunto de Centros Acadêmicos do Campus Universitário de Sinop
Assunto: Conferência da lista de votantes.
Prezados,
A Comissão de Consulta Informal para a escolha do Pró-Reitor(a) do Câmpus de Sinop recebeu as listas com os servidores e discentes aptos para votar na eleição, que ocorrerá no dia 26/02/2025, pelo sistema e-votação. Para dar continuidade aos trabalhos, encaminhamos as listas para conferência dos servidores e discentes às respectivas entidades representativas. Informamos que os pedidos de inclusão devem ser encaminhados até o dia 11/02/2025, ás 11 horas, para o e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo., com as seguintes informações:
Servidores
Nome completo, e-mail, número de CPF, matrícula SIAPE e um comprovante de vínculo que demonstre a lotação no Campus de Sinop (Carteira funcional ou histórico funcional).
Discentes (graduação e pós-graduação)
Nome completo, e-mail, número de CPF, RGA e um comprovante de matrícula.
LISTA VOTANTES TÉCNICOS-ADMINISTRATIVOS
Comissão de Consulta Informal UFMT Sinop












